domingo, 24 de julho de 2011

Psicologia Forense: Seria um rumo?!

Últimamente tenho pensado muito no caminho profissional que quero seguir. Isso chega a ser torturante, porque nada é fácil quando vale a pena.

Não sei se sabem mas tranquei minha faculdade de direito no 4° período fim do ano passado, quando precisei vir morar em Belo Horizonte por causa do trabalho do meu pai. Como eu não sabia se ficariamos aqui ou não, resolvi dar um tempo e ver como as coisas se encaminhariam. Do modo que previa, provavelmente nos mudaremos até o fim do ano para Campo Grande - MS.

Nesse meio tempo, desde janeiro, venho estudando pra fazer o enem denovo e tentar um curso numa faculdade pública, pois, convenhamos, facilita muito a vida financeira. E já que vou fazer denovo, andei pensando em alternativas, e uma delas diz respeito à área que escolhi, mas de um outro prisma, com atuação exatamente na área que gosto: Psicologia Forense.

Na verdade o curso de graduação é Psicologia, com especialização em Psicologia Forense. Pesquisando, percebi que seria uma ótima alternativa. Mas ainda são planos.

Fiquem por enquanto com uma sinopse do que é a Psicologia Forense (ou Jurídica, no caso do Wikipédia)

"Psicologia jurídica



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


A psicologia jurídica, é uma vertente de estudo da Psicologia, consistente na aplicação dos conhecimentos psicológicos aos assuntos relacionados ao Direito, principalmente quanto à saúde mental, quanto aos estudos sócio-jurídicos dos crimes e quanto a personalidade da Pessoa Natural e seus embates subjectivos. Por esta razão, a Psicologia Forense tem se dividido em outros ramos de estudo, de acordo com as matérias a que se referirem.


Áreas


Podemos encontrar os seguintes objectos de estudo e prática:


• Psicanálise forense (mas genérica e aborda o sistema jurídico como um todo sob perspectivas psicológicas;


• Psicologia criminal;


• Psicologia obrigacional e do consumidor (também denominado de psicologia civil);


• Psicologia da família (sob óptica jurídica);


• Psicopatologia trabalhista;


• Psicologia judiciária, que também envolvem os cartórios judiciais e extra-judiciais, devido ao aumento significativo de processos.


Funções do Psicólogo Jurídico


• Avaliação de psicodiagnóstico


• Assessoramento como perito a órgãos judiciais


• Intervanção: planejamento e realização de programas de prevenção, tratamento, reabilitação e Integração ao meio social


• Planejamento de campanhas de combate à criminalidade


• Vitimologia:pesquisa e atendimento às vítimas de violência


• Mediação:alternativas à via judicial

 
Dedica-se à protecção da sociedade e à defesa dos direitos do cidadão, através da perspectiva psicológica. Juntamente com a Psicanálise Forense, constitui o campo de actuação da Psicologia conjuntamente com o Direito.


Este ramo da Psicologia dedica-se às situações que se apresentam sobretudo nos tribunais e que envolvem o contexto das leis. Desse modo, na Psicologia Jurídica, são tratados todos os casos psicológicos que podem surgir em contexto de tribunal. Dedica-se, por exemplo, ao estudo do comportamento criminoso, ao estudo das doenças envolventes de situações familiares e de separação civil. Clinicamente, tenta construir o percurso de vida dos indivíduos no dia-a-dia na sociedade em constantes relações jurídicas e todos os processos psicológicos que possam conduzido à doenças do Consumidor, de estrutura familiar e do Trabalho. O Psicólogo Forense, assim, tenta descobrir a raiz do problema, uma vez que só assim se pode partir à descoberta da solução. Descobrindo as causas das desordens, sejam elas mentais e/ou comportamentais, também se pode determinar um processo justo, tendo em conta que estes casos são muito particulares e assim devem ser tratados em tribunal.


O primeiro ramo da psicologia Forense a surgir foi a psicologia criminal, pois realiza estudos psicológicos de alguns dos tipos mais comuns de delinquentes e criminosos em geral, como, por exemplo, os psicopatas. De facto, a investigação psicológica desta sub área apresenta, sobretudo, trabalhos sobre homicídios e crimes sexuais, talvez devido à sua índole grave.


A psicologia forense também tem relações com a psicanálise e em especial a psicanálise forense e a sexologia forense, traçando as causas psíquicas que levam certos indivíduos à sexualidade doentia."






4 comentários:

Juh V. A. disse...

Oi minha flor.. obg por comentar lá no blog. Vou orar sim pode deixar!

Eu sou muito curiosa quanto a psicologia e acho que vou tentar o vestibular pra psicologia assim que eu me formar em nutrição!

As mudanças são interessantes né, quem olha por fora fica imaginando o que se passa na cabeça para mudar radicalmente de área (relativamente né) mas só a gente sabe como está por dentro né?

Bjus flor e vai com fé

Juh V. A. disse...

Aliás, amei o novo layout viu? :)

(: disse...

OBG é verdade! Acho que você mudou primeiro porque mudei o meu ontem a noite.. rsrs! Eu arrumo lá :)

Luana Pagung disse...

Bem, eu sou suspeita para falar de Psicologia, mas é sim um curso apaixonante.
A área forence/judicial esta em muito crescimento e é um ótimo campo de trabalho, se você gosta é sempre uma boa opção.
Boa sorte, espero que de tudo certo nos seus planos. (:

Bisous ;**